Os funcionários da educação estadual de Montes Claros estão em greve para reivindicar o pagamento da primeira parcela dos salários dos servidos públicos, que está prevista para ser paga, esta sexta-feira (13).
“Se o pagamento não sair nesta sexta, vamos continuar com a paralisação, estamos aguardando um retorno do governo. Desta vez a adesão foi pequena, cerca de 22% dos trabalhadores da educação paralisaram”, explica Geraldo Costa, diretor regional do SindUte.
De acordo com a Secretaria de Estado de Fazenda, o parcelamento adotado desde 2016 foi necessário devido ao déficit financeiro.
“É importante explicar ainda que a decisão de parcelar os salários dos servidores do Executivo Estadual está atrelada ao déficit de R$ 8 bilhões e também à atual crise econômica que, inclusive, levou o governo de Minas Gerais, com aprovação da Assembleia Legislativa, a decretar estado de calamidade financeira. Portanto, o escalonamento dos salários, que passou a vigorar em fevereiro de 2016, está diretamente relacionado à possibilidade real de desembolso do Tesouro Estadual, sempre priorizando o compromisso de pagamento da folha”.
Estava agendada, para esta quinta-feira (12), a votação da PEC49 que prevê o rejuste do piso salarial para R$ 2.455, mas foi cancelada e reagendada para terça-feira (17).
Em nota, a Secretaria informou que “o calendário do mês de julho para o pagamento dos salários do funcionalismo público do Executivo Estadual: 1ª parcela: 13/7 (sexta-feira); 2ª parcela: 25/7 (quarta-feira); 3ª parcela: 31/7 (terça-feira)”.
Os critérios adotados são:
- Na primeira parcela, serão depositados até R$ 3 mil para os servidores da Segurança Pública e da FHEMIG. Para os demais servidores, serão depositados até R$ 1.500;
- Na segunda parcela, os critérios serão iguais aos da primeira;
- Na terceira parcela, serão depositados os valores restantes para todos os servidores.
“Se o pagamento não sair nesta sexta, vamos continuar com a paralisação, estamos aguardando um retorno do governo. Desta vez a adesão foi pequena, cerca de 22% dos trabalhadores da educação paralisaram”, explica Geraldo Costa, diretor regional do SindUte.
De acordo com a Secretaria de Estado de Fazenda, o parcelamento adotado desde 2016 foi necessário devido ao déficit financeiro.
“É importante explicar ainda que a decisão de parcelar os salários dos servidores do Executivo Estadual está atrelada ao déficit de R$ 8 bilhões e também à atual crise econômica que, inclusive, levou o governo de Minas Gerais, com aprovação da Assembleia Legislativa, a decretar estado de calamidade financeira. Portanto, o escalonamento dos salários, que passou a vigorar em fevereiro de 2016, está diretamente relacionado à possibilidade real de desembolso do Tesouro Estadual, sempre priorizando o compromisso de pagamento da folha”.
Estava agendada, para esta quinta-feira (12), a votação da PEC49 que prevê o rejuste do piso salarial para R$ 2.455, mas foi cancelada e reagendada para terça-feira (17).
Em nota, a Secretaria informou que “o calendário do mês de julho para o pagamento dos salários do funcionalismo público do Executivo Estadual: 1ª parcela: 13/7 (sexta-feira); 2ª parcela: 25/7 (quarta-feira); 3ª parcela: 31/7 (terça-feira)”.
Os critérios adotados são:
- Na primeira parcela, serão depositados até R$ 3 mil para os servidores da Segurança Pública e da FHEMIG. Para os demais servidores, serão depositados até R$ 1.500;
- Na segunda parcela, os critérios serão iguais aos da primeira;
- Na terceira parcela, serão depositados os valores restantes para todos os servidores.
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